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Ao contrário do que supões a maioria, a cabeça do eleitor brasileiro funciona de maneira lógica. Mas que lógica é essa? O que é preciso saber para avaliar uma pesquisa de opinião? O marketing de uma campanha pode ser decisivo para a escolha de um candidato? Depois de analisar, em A cabeça do brasileiro, o país como sociedade e sistema cultural, investigando o que os brasileiros pensam sobre ética, sexualidade, jeitinho, destino, família, punições, cor e raça, economia, política, igualdade, civismo, Alberto Almeida revela agora o que há de simples e evidente na decisão do voto.A CABEÇA DO ELEITOR é instrumento fundamental para aqueles que querem entender a dinâmica eleitoral e fazer a aposta certa nas eleições. Alberto Almeida mostra que a cabeça do eleitor funciona da mesma forma para qualquer eleição, seja ela municipal, estadual ou federal. E que governantes bem avaliados tendem a se reeleger ou a eleger seus sucessores na grande maioria das vezes. Ele revela, ainda, que o eleitor médio tem pouquíssima informação sobre o que acontece na política. E a informação que ele retém é sempre truncada e cheia de ruídos.Alberto Almeida chega a seis fatores formadores da lógica do eleitor brasileiro a avaliação do governo a identidade dos candidatos o nível de lembrança dos candidatos o currículo dos candidatos e se eles utilizam-no para mostrar ao eleitor que podem resolver o principal problema que aflige o eleitorado o potencial de crescimento dos candidatos, que combina a rejeição de cada um deles com seu respectivo nível de conhecimento e o fato de não ser possível contar com os apoios políticos, ou seja, popularidade e simpatia não se transferem.Uma das ferramentas mais importantes propostas por A CABEÇA DO ELEITOR, no entanto, é a avaliação. Saber se uma eleição é de continuidade ou de mudança. Que estratégia seguir uma vez obtida essa informação depende do candidato em questão. Alberto Almeida demonstra como é possível vencer uma eleição de continuidade com um
Cem anos atrás, ao apresentar aos leitores sua obra, o autor Wallace D. Wattles explicou, com clareza e espírito prático, o que os interessados tinham nas mãos Este é um livro pragmático, não filosófico um manual prático, não um tratado teórico. Destina-se a homens e mulheres cuja necessidade mais premente é ganhar dinheiro destina-se aos que querem enriquecer primeiro e filosofar depois. E àqueles que até agora não encontraram tempo, meios ou oportunidade para estudar profundamente a metafísica, mas que desejam alcançar resultados e estão dispostos a aceitar as conclusões da ciência como base para a ação, sem precisar conhecer os processos por meio dos quais as conclusões foram alcançadas.Wallace D. Wattles passou toda a vida estudando e praticando os princípios e as ações descritos no seu livro. Por meio do método de ensaio e erro, e muito estudo e raciocínio, ele aperfeiçoou suas ações e, nos seus últimos anos, usando esses princípios, conseguiu o objetivo que perseguia a riqueza. Ele foi um pioneiro, como os antigos caçadores que percorriam as trilhas que se transformaram nas estradas dos nossos dias - neste caso, o caminho para ganhar dinheiro. Cem anos depois, os princípios descritos em A ciência de ficar rico continuam válidos e serviram de inspiração para a obra O segredo, de Rhonda Byrne.Wattles apresenta algumas leis que regem o passo a passo para se alcançar a riqueza. Uma vez conhecidas e obedecidas, essas leis levam o homem à riqueza com precisão matemática. Para isso, o homem precisa aprender a pensar de modo certo. Ter a ideia das coisas que se quer, sem conceitos vagos ou nebulosos. Não basta um desejo generalizado de ser rico, para que seja eficiente. É importante saber o que se quer e ser claro e preciso. Mas não se pode confiar somente no pensamento, sem se organizar para agir. Unir o pensamento à ação é fundamental. Este é mais do que um livro necessário, é um livro extremamente atual.