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A MEDIDA DO EXAGERO E O APOCALIPSE CRISTAO - UMA BREVE DIGRESSAO SOBRE A GENESE DO RISCO NA SOCIEDADE OCIDENTAL

A MEDIDA DO EXAGERO E O APOCALIPSE CRISTAO - UMA BREVE DIGRESSAO SOBRE A GENESE DO RISCO NA SOCIEDADE OCIDENTAL
edição
isbn13
Número de páginas
Peso
Autor
Editora
R$ 30,00
Nesta obra foram recortados alguns elementos de análise que permitiram “contar” uma versão do passado ocidental, retratando uma luta psíquica que subsidia qualquer contenda que o Ocidente já empreendeu. Tal luta é travada por opostos, que adquirem as mais variadas denominações, que foram identificados em uma dinâmica pelos antecessores do Ocidente: a dinâmica da medida. Tanto a visão de mundo dos gregos antigos quanto a visão de mundo cristã apresentam uma séria premissa de que os homens são limitados, ou seja, possuem uma medida. A sustentação de uma visão de mundo baseia-se em premissas e axiomas, sendo estes ligados também à religião. Para tanto, apresenta-se uma reflexão sobre os princípios do mito cristão tendo como foco o livro do Apocalipse, o sacrifício, e a tese de união de opostos na mitologia cristã defendida por Jung. Tem-se então um desfecho, identificando uma contenda no Ocidente entre os humanos e a sua humanidade, bem como uma consequente tentação em tocar os deuses.
Nesta obra foram recortados alguns elementos de análise que permitiram “contar” uma versão do passado ocidental, retratando uma luta psíquica que subsidia qualquer contenda que o Ocidente já empreendeu. Tal luta é travada por opostos, que adquirem as mais variadas denominações, que foram identificados em uma dinâmica pelos antecessores do Ocidente: a dinâmica da medida. Tanto a visão de mundo dos gregos antigos quanto a visão de mundo cristã apresentam uma séria premissa de que os homens são limitados, ou seja, possuem uma medida. A sustentação de uma visão de mundo baseia-se em premissas e axiomas, sendo estes ligados também à religião. Para tanto, apresenta-se uma reflexão sobre os princípios do mito cristão tendo como foco o livro do Apocalipse, o sacrifício, e a tese de união de opostos na mitologia cristã defendida por Jung. Tem-se então um desfecho, identificando uma contenda no Ocidente entre os humanos e a sua humanidade, bem como uma consequente tentação em tocar os deuses.