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Religião

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Europa, século XIII. Macabras tramas ocorrem na Abadia dos Beneditinos, ordem religiosa imaginada pelo vulgo como um santuário de púdicos poderes e de orações, onde era prescrito para os monges uma vida de pobreza, castidade e obediência. Mas o que iremos testemunhar nesta obra é um outro panorama de torpes ilusões, em que vinganças e perseguições parecem ultrapassar o limite da vida física. Em meio a um ambiente de medo e superstição medievais, vemos brotar as mais sinistras atividades do plano extrafísico inferior por meio de invocações, aparições e obsessões, interpretadas à época por feitiçaria e rituais demoníacos. Por entre as sólidas paredes do rígido mosteiro dá-se então início a conspiração de uma organização secreta, revelando o contraste entre a aparente mansuetude cristã e as criminosas ações de seus habitantes.\nNarrado sob forma de confissão por Sanctus, monge beneditino, por conde de Mauffen (encarnação do temível imperador romano Tibério) e por Rabenau (conde que retornaria mais tarde como John Wilmot), o enredo foi ditado pelo próprio conde de Rochester à médium Vera Kryzhanovskaia, no ano de 1884, que o compilou fielmente, demonstrando que a ascensão espiritual é fruto de muito esforço no exercício do burilamento de nossas imperfeições, através de inúmeras existências, em que as tentações são causas constantes de quedas espirituais. Ao fim, resta-nos os patentes exemplos dos imperecíveis laços da reencarnação, do resgate de ódios pretéritos que enfatizam a necessidade do perdão como profilaxia mais ativa à elevação do ser humano na escala da perfeição.\nLer Rochester é como adentrar um mundo místico particular, onde a fantasia se mescla à realidade, demonstrando que mais do que se sabe é o que ainda se está por descobrir.
OS LIVROS DE JENNY COLGAN JÁ VENDERAM MAIS 3 MILHÕES DE EXEMPLARES NO MUNDO.A adorável loja de chocolates de Paris contém receitas de dar água na boca.“Você vai devorar este livro de uma vez só.” - Sophie Kinsella“Esta história que atravessa duas gerações é tão irresistível quanto a Paris retratada por Jenny Colgan.” – Publishers WeeklyOlá! Aqui estou eu de novo para conversar com você sobre mais um livro.Alguém disse que o motivo pelo qual tanto amamos chocolate é que ele derrete na mesma temperatura que o interior de nossa boca. Cientistas também falam sobre a liberação de endorfinas. Qualquer que seja a explicação, chocolate é mesmo uma coisa maravilhosa.Quando moramos na França, fiquei surpresa ao descobrir que os franceses levam essa iguaria tão a sério quanto qualquer outra comida. Existem muitas lojas maravilhosas de chocolate artesanal em Paris.Mas este livro não é baseado especificamente em nenhuma delas, e sim no princípio de que, quando as pessoas dedicam a vida a uma atividade que amam e que sabem fazer, coisas incríveis podem acontecer.Espero que você goste e que me conte depois como se saiu com as receitas.Bon appetit!Um beijo,JennySim, é verdade que Anna Trent é supervisora numa fábrica de chocolate. Mas isso não quer dizer que ela saiba fazer chocolate. Por isso, quando um acidente muda sua vida e Anna tem a chance de ir trabalhar numa tradicional loja em Paris, ela tem certeza de que vão descobrir que é uma fraude.Afinal, existe uma diferença muito grande entre o chocolate industrial da sua cidade natal, no norte da Inglaterra, e as criações feitas à mão, com ingredientes da melhor procedência, pelo grande chocolatier Thierry Girard.Mas com um pouco de sorte, muita paciência e a ajuda dos novos amigos, o exuberante Sami e o galanteador Frédéric, Anna vai descobrir mais sobre o verdadeiro chocolate – e sobre si mesma – do que jamais sonhou.Cheio de lições de esperança, engraçado e irresistivelmente viciante, A adorável loja de chocolates de Paris é um romance delicioso que nos lembra que sempre vale a pena lutar pelas coisas mais doces da vida.