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Muitas pessoas em nossos dias têm uma necessidade incontrolável de afirmação, e são incapazes de se sentirem bem consigo mesmas sem ela. Esses viciados em aprovação passam todo o tempo em uma luta constante contra a baixa estima e a desordem emocional, o que causa enormes problemas no seu relacionamento com as outras pessoas. Em seu mais recente livro, Joyce Meyer oferece um caminho para a libertação da necessidade avassaladora pela aceitação do mundo exterior uma aceitação que não traz realização, ao contrário, conduz à decepção. Através de uma análise das situações que geram um viciado em aprovação e das formas para se encontrar a libertação dos traços específicos de caráter que fomentam este vício, Joyce apresenta uma visão encorajadora e uma compreensão pessoal dos efeitos da insegurança na vida de uma pessoa. Sua mensagem eterna é a de que Deus supre toda a afirmação que alguém possa precisar, e através dele essas pessoas podem alcançar a liberdade. Comece agora mesmo uma jornada em direção à autocompreensão e aprenda a Aceitar quem você é. Todos nós lutamos com o nosso senso de valor. O objetivo de Joyce é nos ajudar a entender que todos somos completos em Deus, independente das nossas imperfeições. Lidar com o seu vício por aprovação. Entender os traços de caráter específicos que fomentam o vício e como o nosso passado geralmente é um fator atuante em nosso comportamento é um enorme passo para vencermos as nossas inseguranças. Quebrar o domínio do vício. Somente dando passos conscientes em direção à aceitação a nós mesmos e ao exame das nossas motivações, e dependendo de Deus, que nos ama de qualquer maneira, podemos finalmente começar a quebrar as cadeias da insegurança e caminhar em direção a uma vida livre da dor emocional. Deus nos diz por vezes seguidas na Bíblia que somos amados e que temos valor. Portanto, dê o primeiro passo agora para vencer o vício em aprovação dando uma olhada franca em quem você é e em como você se sente a respeito de

VIDA A VENDA

R$ 76,00
Yukio Mishima, nome de grande importância para a literatura japonesa, com uma extensa obra publicada, e alguns inéditos no Brasil, traz ao leitor, em Vida à venda, uma viagem ácida e divertida sobre o valor da vida. Ou, mais do que isso, sobre a vida e a morte à margem dos dias e do desencantamento.\r\n2020 marca o cinquentenário da morte de Mishima, e é a morte, tema constante na obra do autor, que aparece em Vida à venda como um acinzentar da alma, sem que seja, necessariamente, um pesar. \r\nRilke escreveu que o homem moderno não pode morrer de forma romântica. E é assim que Hanio Yamada, um desiludido publicitário, e personagem principal desse romance, entende o seu desejo de morrer. De atravessar o presente.\r\nDe forma pragmática, após uma frustrada tentativa de suicídio, Hanio anuncia a escolha de vender a própria vida, para que assim alguém possa direcioná-la a uma melhor forma de finitude, ou que possa, na verdade, subverter o tédio. \r\n“Vendo minha vida. Use-a como quiser. Homem de 27 anos. Garanto sigilo. Tranquilidade absoluta.” \r\nEntre Hanio e o leitor se estabelece uma relação de proximidade, cumplicidade, busca pelos caminhos da alma, e pelos sentimentos humanos. Viagem que se desencadeia ora sombria, ora irreverente. É no emaranhado de tentativas de vendas, que se torna um grande negócio, que descobrimos uma ideia cheia de possibilidades – e uma sucessão de personagens que beiram o fantástico. \r\nO desenrolar dessa aventura tem como traço a ácida narrativa de Mishima, numa obra de forte irreverência, que prende o leitor até o último momento; misturando humor, profundidade, sexualidade, paixão e críticas à sociedade e aos costumes nela estabelecidos. \r\nUm dos últimos livros de Mishima, Vida à venda, foi publicado originalmente na revista Playboy do Japão, entre maio e outubro de 1968. Foi com o relançamento japonês, em 2015, que se tornou um best-seller, chegando a ser adaptado para uma série televisiva em dez episódios.