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TRATADO GERAL DAS GRANDEZAS DO INFIMO

TRATADO GERAL DAS GRANDEZAS DO INFIMO
isbn13
R$ 79,90

Para Manoel de Barros, a simplicidade é uma forma de sabedoria, um convite para contemplarmos a beleza das pequenas coisas e nos reconectarmos com o que realmente importa. Este livro é um convite para abraçarmos esta pequena e grandiosa revolução. A edição conta também com fotos e documentos do acervo pessoal do autor e prefácio da escritora Socorro Acioli. Neste Tratado, Manoel de Barros nos apresenta o minúsculo universo das coisas e dos seres do Pantanal. Na primeira parte do livro, ele trata dos ciscos, das formigas, dos passarinhos, das lesmas — essas criaturas ínfimas e esquecidas, que silenciosamente se espalham pelos versos mostrando sua importância e valor. Afinal, elas podem devorar os mais favorecidos e poderosos, pois a verdadeira ascensão dos seres está em retornar à natureza. “Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro. /Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias (do mundo e as nossas).”A segunda parte, “O Livro de Bernardo”, remete ao haicai japonê

Para Manoel de Barros, a simplicidade é uma forma de sabedoria, um convite para contemplarmos a beleza das pequenas coisas e nos reconectarmos com o que realmente importa. Este livro é um convite para abraçarmos esta pequena e grandiosa revolução. A edição conta também com fotos e documentos do acervo pessoal do autor e prefácio da escritora Socorro Acioli. Neste Tratado, Manoel de Barros nos apresenta o minúsculo universo das coisas e dos seres do Pantanal. Na primeira parte do livro, ele trata dos ciscos, das formigas, dos passarinhos, das lesmas — essas criaturas ínfimas e esquecidas, que silenciosamente se espalham pelos versos mostrando sua importância e valor. Afinal, elas podem devorar os mais favorecidos e poderosos, pois a verdadeira ascensão dos seres está em retornar à natureza. “Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro. /Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias (do mundo e as nossas).”A segunda parte, “O Livro de Bernardo”, remete ao haicai japonê