Onde a homossexualidade masculina parece bem ser hoje ostentatoriamente o último bastão do falicismo paterno, a homossexualidade feminina, mais discretamente, continua a exercer a crítica feminina que ela sempre constituiu contra um mundo organizadopela "todo-homia" masculina. Seu protesto se dirige, principalmente, contra a universalidade de que a lei paterna pretende ser fiadora. Como o desejo do pai poderia fazer lei ara todos e em particular para as mulhers, na medida em que ele desconhece a mulher?