Porto-alegrense de nascimento, Cecília Rodrigues vive em Recife do Sul desde que o marido faleceu. Há certo tempo que está lá, tem visto bastante da cidade e frequentemente lembrado coisas da vida que viveu, acompanhando os acontecimentos do momento em que está narrando. Mantendo um bordel desde que para lá se mudou, associa algumas histórias com o que percebe de mais humano ali dentro.
Viveu uma série de casos semanais, contando e descrevendo sua vida durante aquela semana. Acompanhou também a eleição municipal, anexando esses fatos à narrativa, isto é, absorveu aquilo, como aconteceu na Recife do Sul. Com a personalidade que tem, tirou conclusões sobre os ocorridos, assim falando sobre eventos e pensamentos.
Durante esse tempo, encontrou-se com um velho conhecido: o cafetão Osmar Filho Diabo, com quem conversou por longos períodos, além de ter sentido seus prazeres. Foi longe em vários momentos, relembrando e conhecendo facetas do homem. E conheceu o padre João, que chegara para trab