O tabuleiro geopolítico mudou. O planeta está abandonando as energias fósseis (petróleo, gás natural e carvão mineral) e adotando as energias renováveis (eólica, solar, hidrogênio etc.) como base econômica. É a chamada 3ª Revolução Industrial, que mudará, por completo, o modo de vida das pessoas, com transportes elétricos, bioalimentos, produtos duráveis etc.
Nesse cenário, o Brasil e os demais países amazônicos se encontram sobre um ponto de decisão nas suas histórias. Ou entram no novo jogo econômico como hábeis apostadores ou ficarão como piões à mercê da sorte dos dados lançados pelas potências mundiais.
E qual é a definição mais adequada para a expressão “Proteção da Amazônia”? Seria defendê-la da cobiça internacional? Seria colocá-la dentro de uma “redoma de vidro”? Seria desenvolvê-la economicamente? Seria proteger sua biodiversidade? E os quase 50 milhões de amazônidas como ficam nessa discussão? São eles os verdadeiros vilões da história?
Qual a origem e a verdade sobre