Assumir o Carnaval como mais do que um período do calendário revela uma orientação carnavalesca dos brasileiros em geral, cujo potencial da obrigação social de alegrar – através de políticas públicas adequadas – contribuiria para uma sociedade brasileira mais democrática, com empoderamento feminino, inclusão negreira, embelezamento cotidiano, uma cidadania aberta à diversidade humana e até uma disciplina do trabalho tão alternativa à hierarquia, quanto (ao menos, senão ainda mais) eficiente.