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DECOLONIALIDADE PONTOS E CONTRAPONTOS NA EDUCACAO LINGUISTICA CRITICA

DECOLONIALIDADE PONTOS E CONTRAPONTOS NA EDUCACAO LINGUISTICA CRITICA
isbn13
R$ 58,00

“Puxa! Puxa! Como tudo está tão estranho hoje! E ontem as coisas estavam tão normais! O que será que mudou à noite? Deixe-me ver: eu era a mesma quando acordei de manhã? Tenho a impressão de ter me sentido um pouco diferente. Mas se eu não sou a mesma, a próxima questão é “Quem sou eu?” [...] Ah, este é o grande enigma. “Quem é você?”, perguntou a Lagarta. Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas (1865)Decolonialidade: pontos e contrapontos na Educação Linguística Crítica é uma obra que investe, sobretudo, no ato de (re)pinçar, (re)afinar, (des)aprender e (re)aprender a esperançar um lugar de (re)existência das pedagogias decoloniais. Desdobramento de um trabalho crítico-colaborativo de professores/as-pesquisadores/as, o livro constitui, portanto, uma paisagem crítica de vozes “equipolentes” que revisitam e fazem ecoar o desejo de (re)esperançar outras alternativas epistemológicas. Por aí, quiçá, possamos assumir que somos decoloniais e manter viva a pergunta: “Quem é você?, de mo

“Puxa! Puxa! Como tudo está tão estranho hoje! E ontem as coisas estavam tão normais! O que será que mudou à noite? Deixe-me ver: eu era a mesma quando acordei de manhã? Tenho a impressão de ter me sentido um pouco diferente. Mas se eu não sou a mesma, a próxima questão é “Quem sou eu?” [...] Ah, este é o grande enigma. “Quem é você?”, perguntou a Lagarta. Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas (1865)Decolonialidade: pontos e contrapontos na Educação Linguística Crítica é uma obra que investe, sobretudo, no ato de (re)pinçar, (re)afinar, (des)aprender e (re)aprender a esperançar um lugar de (re)existência das pedagogias decoloniais. Desdobramento de um trabalho crítico-colaborativo de professores/as-pesquisadores/as, o livro constitui, portanto, uma paisagem crítica de vozes “equipolentes” que revisitam e fazem ecoar o desejo de (re)esperançar outras alternativas epistemológicas. Por aí, quiçá, possamos assumir que somos decoloniais e manter viva a pergunta: “Quem é você?, de mo