Pesquisa
Filters
Close

LAZER, TRABALHO E CULTURA POPULAR: IDENTIDADES E TENSOES EM UM ARRABALDE CHAMADO BANGU (1895-1929)

LAZER, TRABALHO E CULTURA POPULAR: IDENTIDADES E TENSOES EM UM ARRABALDE CHAMADO BANGU (1895-1929)
isbn13
R$ 68,00

O livro Lazer, trabalho e cultura popular: identidades e tensões em um arrabalde chamado Bangu (1895-1929) reflete a experiência de viver nos subúrbios da cidade do Rio de Janeiro, notadamente no arrabalde de Bangu. Percebe-se que ali se expressavam relações sociais distintas dos demais bairros da então capital federal. Contrariando a perspectiva de homogeneidade das vilas operárias, em Bangu havia diferenças de etnia, condição social, cor, gênero, que tinham um papel determinante no cotidiano, não só no ambiente fabril, mas desdobrando-se também nos bailes e festas realizados pelos clubes da região. Ao longo da obra, nota-se que o "laborioso bairro" vivenciou disputas individuais, porém não menos coletivas, por melhores salários, por posições de poder e status locais, e pela paixão clubista. Dessa forma, analisaram-se múltiplas experiências sob o olhar da diversão, e não sob algum modelo criado a priori. Pelo contrário, foi justamente a diversidade que possibilitou problematizar a fun

O livro Lazer, trabalho e cultura popular: identidades e tensões em um arrabalde chamado Bangu (1895-1929) reflete a experiência de viver nos subúrbios da cidade do Rio de Janeiro, notadamente no arrabalde de Bangu. Percebe-se que ali se expressavam relações sociais distintas dos demais bairros da então capital federal. Contrariando a perspectiva de homogeneidade das vilas operárias, em Bangu havia diferenças de etnia, condição social, cor, gênero, que tinham um papel determinante no cotidiano, não só no ambiente fabril, mas desdobrando-se também nos bailes e festas realizados pelos clubes da região. Ao longo da obra, nota-se que o "laborioso bairro" vivenciou disputas individuais, porém não menos coletivas, por melhores salários, por posições de poder e status locais, e pela paixão clubista. Dessa forma, analisaram-se múltiplas experiências sob o olhar da diversão, e não sob algum modelo criado a priori. Pelo contrário, foi justamente a diversidade que possibilitou problematizar a fun