Pesquisa
Filters
Close

TRANSCENDENCIA NAO TRANSCENDENTE - UM PROBLEMA HEIDEGGERIANO

TRANSCENDENCIA NAO TRANSCENDENTE - UM PROBLEMA HEIDEGGERIANO
isbn13
R$ 48,00

A experiência da transcendência remonta ao começo da filosofia. Em sua busca por fixar a ideia do bem como o aprendizado mais sublime a que se devia almejar, para quem se pusesse no caminho da filosofia, Platão evoca a transcendência, quando indica que aquela ideia fundamental, como fonte originante do ser e da essência, sem que ela mesma seja essência, repousa e exerce seu domínio para além da essência (?p??e??a t?? ??s?a?). É por isso que, como disse Hans-Georg Gadamer certa vez, “a ideia do bem é o ponto mais alto no pensamento platônico” ainda que “não seja apreensível como os outros objetos do ensino”, pois “ela é ideia; ela é a perspectiva em tudo”. Nos Problemas Fundamentais da Fenomenologia, Heidegger diz que “o que buscamos é a ?p??e??a t?? ??s?a?”, ciente, contudo, de que “em sua unidade ekstático-horizontal, a temporalidade é a condição fundamental da possibilidade do ?p??e??a, isto é, da transcendência que constitui o próprio ser-aí”. Neste belo trabalho de Bruno Lemos Hinr

A experiência da transcendência remonta ao começo da filosofia. Em sua busca por fixar a ideia do bem como o aprendizado mais sublime a que se devia almejar, para quem se pusesse no caminho da filosofia, Platão evoca a transcendência, quando indica que aquela ideia fundamental, como fonte originante do ser e da essência, sem que ela mesma seja essência, repousa e exerce seu domínio para além da essência (?p??e??a t?? ??s?a?). É por isso que, como disse Hans-Georg Gadamer certa vez, “a ideia do bem é o ponto mais alto no pensamento platônico” ainda que “não seja apreensível como os outros objetos do ensino”, pois “ela é ideia; ela é a perspectiva em tudo”. Nos Problemas Fundamentais da Fenomenologia, Heidegger diz que “o que buscamos é a ?p??e??a t?? ??s?a?”, ciente, contudo, de que “em sua unidade ekstático-horizontal, a temporalidade é a condição fundamental da possibilidade do ?p??e??a, isto é, da transcendência que constitui o próprio ser-aí”. Neste belo trabalho de Bruno Lemos Hinr