embro-me de uma cena, passada numa manhã ensolarada do mês de maio de 2010, em que a Carol ia e vinha pelos corredores da Escola Normal Superior, da Universidade do Estado do Amazonas - UEA, com várias folhas de papel A4 nas mãos. Tal cena chamou - me atenção e perguntei a ela o que estava ocorrendo. Ela respondeu um tanto preocupada: - O professor Amarildo está corrigindo minha dissertação. Ele risca, risca e risca. Eu pego as páginas e vou lá para o laboratório de informática para arrumar. Depois imprimo e vou a sala dele, pego as outras páginas para corrigir e vou colocando “ok” nas revisadas e devolvendo para o lote A. Então, falei brincando: - Que bom, isso significa que você está na “famosa linha de produção”, ou seja, na fase final. Observei que seu rosto se iluminou. No anseio de concluir, a Carol não se percebia concluindo. Entretanto, minha percepção foi um pouco além. O ir e vir daquela orientanda à sala de seu orientador evidenciava algumas vertentes interessantes do v