Pesquisa
Filters
Close

HUMOR OBJETIVO E APARENCIA ESTETICA - UMA LEITURA SOBRE A QUESTAO DA DISSOLUCAO DA ARTE NA ESTETICA DE HEGEL

HUMOR OBJETIVO E APARENCIA ESTETICA - UMA LEITURA SOBRE A QUESTAO DA DISSOLUCAO DA ARTE NA ESTETICA DE HEGEL
isbn13
R$ 55,08

O livro que temos diante de nós, publicação da tese de doutoramento em filosofia de Patrick Almeida, propõe-nos uma leitura das Lições sobre filosofia da arte de Hegel pela via da sua última figura, o “humor (como que) objetivo”. Que alguém se decida a tomar partida no “humor objetivo” – na tensão conceitual implicada na composição dessa figura – para abordar problematicamente a Estética de Hegel não deixa de ser, já de saída, certa indicação de posição. Trata-se, afinal, de um ponto de chegada e de um caminho que se decidiu a não recuar da via tortuosa do negativo. Se “ambivalência”, “contradição” e “paradoxo” são alguns dos significantes que se apresentam ao autor para expor conceitualmente os desenvolvimentos internos desse seu objeto e das questões às quais ele convoca, a escolha do objeto, ela mesma, indica já uma posição. Partir da figura do humor objetivo e dos problemas por ela suscitados não significa, afinal, senão partir da negatividade e da dissolução, próprias a essa “apar

O livro que temos diante de nós, publicação da tese de doutoramento em filosofia de Patrick Almeida, propõe-nos uma leitura das Lições sobre filosofia da arte de Hegel pela via da sua última figura, o “humor (como que) objetivo”. Que alguém se decida a tomar partida no “humor objetivo” – na tensão conceitual implicada na composição dessa figura – para abordar problematicamente a Estética de Hegel não deixa de ser, já de saída, certa indicação de posição. Trata-se, afinal, de um ponto de chegada e de um caminho que se decidiu a não recuar da via tortuosa do negativo. Se “ambivalência”, “contradição” e “paradoxo” são alguns dos significantes que se apresentam ao autor para expor conceitualmente os desenvolvimentos internos desse seu objeto e das questões às quais ele convoca, a escolha do objeto, ela mesma, indica já uma posição. Partir da figura do humor objetivo e dos problemas por ela suscitados não significa, afinal, senão partir da negatividade e da dissolução, próprias a essa “apar