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BERTHA LUTZ E A CARTA DA ONU

BERTHA LUTZ E A CARTA DA ONU
isbn13
R$ 79,90

 Cientista, feminista, política, militante sufragista, Bertha Lutz (1894-1976) foi uma das poucas mulheres a participar da elaboração da Carta da ONU. O documento criado em 1945 por representantes de 50 países tinha um objetivo ambicioso: selar um pacto de paz global e estabelecer uma organização para promover a cooperação internacional, após um período de duas guerras mundiais. Em um evento dominado por homens brancos, a brasileira liderou a luta para que os direitos das mulheres estivessem contemplados na carta. Em Bertha Lutz e a Carta da ONU, Angélica Kalil e Mariamma Fonseca partem das memórias da ativista brasileira para contar, em quadrinhos, a saga de Bertha na Conferência de São Francisco, onde a carta foi criada. Entre chás e tensas reuniões, a brasileira não se intimidou com a resistência de homens e mulheres ao tema e conseguiu pautar uma discussão fundamental no debate: a igualdade de gênero, garantindo que o documento citasse explicitamente “a igualdade de direitos de hom

 Cientista, feminista, política, militante sufragista, Bertha Lutz (1894-1976) foi uma das poucas mulheres a participar da elaboração da Carta da ONU. O documento criado em 1945 por representantes de 50 países tinha um objetivo ambicioso: selar um pacto de paz global e estabelecer uma organização para promover a cooperação internacional, após um período de duas guerras mundiais. Em um evento dominado por homens brancos, a brasileira liderou a luta para que os direitos das mulheres estivessem contemplados na carta. Em Bertha Lutz e a Carta da ONU, Angélica Kalil e Mariamma Fonseca partem das memórias da ativista brasileira para contar, em quadrinhos, a saga de Bertha na Conferência de São Francisco, onde a carta foi criada. Entre chás e tensas reuniões, a brasileira não se intimidou com a resistência de homens e mulheres ao tema e conseguiu pautar uma discussão fundamental no debate: a igualdade de gênero, garantindo que o documento citasse explicitamente “a igualdade de direitos de hom