"Quantas perdas são necessárias para o encontro?
Quantas encarnações para a evolução? Quantas
quedas para a elevação? O monge Matias não
fazia ideia das batalhas já travadas e das que
estavam por vir quando permitiu que a aspereza
no seu coração desse lugar ao amor e à caridade,
pois esse é apenas o início de uma história que
poderia ser a de um de nós. Nesse romance, o
irmão Lúcio nos mostra de forma ímpar que estar
na luz é apenas um pequeno passo para ser luz.
E que não é preciso estar no plano espiritual para
isso, pois ser luz também é reencarnar."