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USO DE TECNICAS DE DATA SCIENCE NA PREVISAO DE FEBRE AMARELA UTILIZANDO O TWITTER

USO DE TECNICAS DE DATA SCIENCE NA PREVISAO DE FEBRE AMARELA UTILIZANDO O TWITTER
isbn13
R$ 60,00
Esta obra tem como objetivo descrever um modelo que identifica e analisa os focos de febre amarela no Brasil por meio da mídia social Twitter. No livro, a febre amarela é abordada num contexto histório e epidemiológico, até os anos mais recentes dessa epidemia. Utilizamos a mídia social Twitter para rastrear mensagens dos usuários do Twitter em tempo real, onde essas mensagens relatam sintomas da doença ou existe alguma relação com a epidemia pesquisada. O modelo criado teve como base o algoritmo bayesiano (teorema de Bayes), que é um ótimo classificador de texto. Os tweets foram classificados em 4 grupos, e depois selecionados somente aqueles que têm relação com a epidemia. Foi utilizado um Sistema Gerenciador de Banco de Dados Não-Relacional, o MongoDB, para o armazenamento dos dados coletados. Finalmente, foram identificadas, com sucesso e em tempo real, as localizações e número de ocorrências onde possuem o surto da epidemia por município e por estado. Os resultados do projeto foram validados com os dados oficiais da Secretaria de Vigilância Sanitária, apresentando um alta correlação.
Esta obra tem como objetivo descrever um modelo que identifica e analisa os focos de febre amarela no Brasil por meio da mídia social Twitter. No livro, a febre amarela é abordada num contexto histório e epidemiológico, até os anos mais recentes dessa epidemia. Utilizamos a mídia social Twitter para rastrear mensagens dos usuários do Twitter em tempo real, onde essas mensagens relatam sintomas da doença ou existe alguma relação com a epidemia pesquisada. O modelo criado teve como base o algoritmo bayesiano (teorema de Bayes), que é um ótimo classificador de texto. Os tweets foram classificados em 4 grupos, e depois selecionados somente aqueles que têm relação com a epidemia. Foi utilizado um Sistema Gerenciador de Banco de Dados Não-Relacional, o MongoDB, para o armazenamento dos dados coletados. Finalmente, foram identificadas, com sucesso e em tempo real, as localizações e número de ocorrências onde possuem o surto da epidemia por município e por estado. Os resultados do projeto foram validados com os dados oficiais da Secretaria de Vigilância Sanitária, apresentando um alta correlação.