Pesquisa
Filters
Close

2025 NAO FOI UM ANO NORMAL - DA REPUBLICA QUE SONHEI AO PAIS QUE ENCONTREI

2025 NAO FOI UM ANO NORMAL - DA REPUBLICA QUE SONHEI AO PAIS QUE ENCONTREI
isbn13
R$ 69,90

2025 não foi um ano normal, Paulo Eduardo Flores faz questão de provar isso. Em uma coletânea de crônicas que mescla ironia fina, reflexão histórica e indignação bem fundamentada, o autor percorre o Brasil e o mundo em plena ebulição. Entre distúrbios políticos, distorções morais e a falência do bom senso, ele revela como o absurdo tornou-se rotina e como a realidade, muitas vezes, parece superar qualquer ficção. Com seu estilo ensaístico e verve satírica, Flores desmonta o teatro do poder, expõe a ignorância travestida de opinião e aponta o ridículo onde muitos ainda insistem em ver virtude. O resultado é um retrato contundente de um país que oscila entre esperança e exaustão, avançando entre improvisos, jeitinhos e lapsos de memória coletiva. Nascidas entre o riso e o desabafo, suas crônicas registram o Brasil que somos e o Brasil que fingimos ser, um espelho desfocado onde lucidez e delírio disputam espaço. Para arejar as tensões, o autor ainda abre pequenos oásis de humor com

2025 não foi um ano normal, Paulo Eduardo Flores faz questão de provar isso. Em uma coletânea de crônicas que mescla ironia fina, reflexão histórica e indignação bem fundamentada, o autor percorre o Brasil e o mundo em plena ebulição. Entre distúrbios políticos, distorções morais e a falência do bom senso, ele revela como o absurdo tornou-se rotina e como a realidade, muitas vezes, parece superar qualquer ficção. Com seu estilo ensaístico e verve satírica, Flores desmonta o teatro do poder, expõe a ignorância travestida de opinião e aponta o ridículo onde muitos ainda insistem em ver virtude. O resultado é um retrato contundente de um país que oscila entre esperança e exaustão, avançando entre improvisos, jeitinhos e lapsos de memória coletiva. Nascidas entre o riso e o desabafo, suas crônicas registram o Brasil que somos e o Brasil que fingimos ser, um espelho desfocado onde lucidez e delírio disputam espaço. Para arejar as tensões, o autor ainda abre pequenos oásis de humor com