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QUANDO UM REI PERDE A FRANCA - VOL. 7 OS REIS MALDITOS

QUANDO UM REI PERDE A FRANCA (VOL. 7 OS REIS MALDITOS)
isbn13
R$ 74,90

Em Quando um rei perde a França, sétimo e último volume da aclamada série Os reis malditos, de Maurice Druon, o que é preciso para se perder um reino? Vaidade, indecisão, crueldade, inépcia? Em meados do século XIV, durante o reinado de João II, a França está em crise: os clãs e as facções disputam o domínio do país, a Inglaterra reivindica o reino, a inflação está galopante, os impostos tornaram-se abusivos, a Igreja atravessa uma crise moral e dogmática, a peste assola o país, o rei comete uma infinidade de erros.Neste último volume da série “Os reis malditos”, o narrador é uma importante personalidade da época: o cardeal Talleyrand-Périgord, legado pontifical, que assiste, na companhia de seu sobrinho Archambaud, à disputa da soberania inglesa pelo reino francês.Uma epopeia tenebrosa e sangrenta que leva um dos reis, após negligenciar uma paz vantajosa, ao desastre e à prisão.Pelas mãos de João II — que a história apelidou de “o Bom” —, monarca vaidoso e cruel, tanto quanto indeciso

Em Quando um rei perde a França, sétimo e último volume da aclamada série Os reis malditos, de Maurice Druon, o que é preciso para se perder um reino? Vaidade, indecisão, crueldade, inépcia? Em meados do século XIV, durante o reinado de João II, a França está em crise: os clãs e as facções disputam o domínio do país, a Inglaterra reivindica o reino, a inflação está galopante, os impostos tornaram-se abusivos, a Igreja atravessa uma crise moral e dogmática, a peste assola o país, o rei comete uma infinidade de erros.Neste último volume da série “Os reis malditos”, o narrador é uma importante personalidade da época: o cardeal Talleyrand-Périgord, legado pontifical, que assiste, na companhia de seu sobrinho Archambaud, à disputa da soberania inglesa pelo reino francês.Uma epopeia tenebrosa e sangrenta que leva um dos reis, após negligenciar uma paz vantajosa, ao desastre e à prisão.Pelas mãos de João II — que a história apelidou de “o Bom” —, monarca vaidoso e cruel, tanto quanto indeciso