Uma história que explora relações com a família e a natureza, diversidade cultural, e remete o leitor, que é ou já foi criança, às cores, sons, cheiros, texturas e sabores da infânciaCarmencita não gosta de mangas. Acha que elas são melequentas e deixam fiapo nos dentes. Quando Abuelita pede sua ajuda para colher os frutos do quintal, a menina faz cara feia. Até que um dia, a avó lhe conta um segredo: existe um jeito certo de comer uma manga.Com calma e sabedoria, a Abuelita ensina Carmencita que, para saborear a fruta, deve-se seguir cinco passos. Começa pelo ouvido: é preciso escutar o vento batendo nas folhas da mangueira; depois, sentir os galhos e raízes, tocar e cheirar a fruta com atenção. E por aí vai. Em cada etapa, avó e neta saboreiam os presentes que a Mamá Terra oferece e mergulham nas lembranças afetuosas da família e de sua cultura.Inspirada na infância da autora Paola Santos na Venezuela, Como se come uma manga é uma celebração aos cinco sentidos, à natureza, aos víncul