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APAGAO - COMO UM CIBERATAQUE PODE AMEACAR VOCE E O MUNDO - E A MELHOR MANEIRA DE SE PREPARAR PARA ISSO

APAGAO - COMO UM CIBERATAQUE PODE AMEACAR VOCE E O MUNDO - E A MELHOR MANEIRA DE SE PREPARAR PARA ISSO
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R$ 69,90

Neste tour de force de reportagem investigativa, Ted Koppel revela que um grande ciberataque à rede de energia elétrica de um país não só é possível como provável – e seria devastador. Imagine um blecaute prolongando-se não por dias, mas semanas ou meses. Dezenas de milhares de pessoas de vários estados são afetadas. Para aquelas sem acesso a um gerador, não há água corrente, esgoto, refrigeração e luz. Alimentos e remédios escasseiam. Os aparelhos com que contamos apagam. Os bancos não funcionam, os saques se disseminam, e a lei e a ordem são testadas como nunca. Não é apenas um cenário. Um ataque bem planejado a apenas uma das três grandes redes de energia dos Estados Unidos, por exemplo, poderia mutilar boa parte da infraestrutura do país – e, na era da guerra cibernética, um laptop tornou-se a única arma necessária. Diversas nações hostis poderiam deflagrar um assalto desses a qualquer momento. "Não é uma questão de se", diz o general Lloyd Austin, "é uma questão de quando".

Neste tour de force de reportagem investigativa, Ted Koppel revela que um grande ciberataque à rede de energia elétrica de um país não só é possível como provável – e seria devastador. Imagine um blecaute prolongando-se não por dias, mas semanas ou meses. Dezenas de milhares de pessoas de vários estados são afetadas. Para aquelas sem acesso a um gerador, não há água corrente, esgoto, refrigeração e luz. Alimentos e remédios escasseiam. Os aparelhos com que contamos apagam. Os bancos não funcionam, os saques se disseminam, e a lei e a ordem são testadas como nunca. Não é apenas um cenário. Um ataque bem planejado a apenas uma das três grandes redes de energia dos Estados Unidos, por exemplo, poderia mutilar boa parte da infraestrutura do país – e, na era da guerra cibernética, um laptop tornou-se a única arma necessária. Diversas nações hostis poderiam deflagrar um assalto desses a qualquer momento. "Não é uma questão de se", diz o general Lloyd Austin, "é uma questão de quando".