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THE DISCURSIVE CONSTRUCTION OF THE BIOPOLITICAL GOVERNANCE IN THE HIV EPIDEMIC

THE DISCURSIVE CONSTRUCTION OF THE BIOPOLITICAL GOVERNANCE IN THE HIV EPIDEMIC
isbn13
R$ 56,00

No livro The discursive construction of the biopolitical governance in the HIV epidemic, José Augusto Simões de Miranda apresenta uma análise rigorosa e profundamente perspicaz sobre as campanhas de HIV/AIDS no Brasil, revelando como os discursos construídos ao longo dos anos têm influenciado a percepção e o tratamento social das pessoas que vivem com HIV. A partir da Análise Crítica do Discurso, e adotando um olhar histórico, Miranda explora as complexas interações entre biopolítica e as narrativas de saúde pública, oferecendo uma visão inovadora e transformadora sobre o tema. O estudo examina quatro campanhas oficiais do Ministério da Saúde do Brasil, realizadas entre os anos 2006 e 2018. A análise destas campanhas se destaca pela meticulosidade e pela abordagem teórica robusta, baseada em conceitos de Michel Foucault e de outros autores contemporâneos. Ao questionar a manutenção de estigmas e preconceitos nas campanhas, a obra não apenas desafia discursos hegemônicos, mas também pro

No livro The discursive construction of the biopolitical governance in the HIV epidemic, José Augusto Simões de Miranda apresenta uma análise rigorosa e profundamente perspicaz sobre as campanhas de HIV/AIDS no Brasil, revelando como os discursos construídos ao longo dos anos têm influenciado a percepção e o tratamento social das pessoas que vivem com HIV. A partir da Análise Crítica do Discurso, e adotando um olhar histórico, Miranda explora as complexas interações entre biopolítica e as narrativas de saúde pública, oferecendo uma visão inovadora e transformadora sobre o tema. O estudo examina quatro campanhas oficiais do Ministério da Saúde do Brasil, realizadas entre os anos 2006 e 2018. A análise destas campanhas se destaca pela meticulosidade e pela abordagem teórica robusta, baseada em conceitos de Michel Foucault e de outros autores contemporâneos. Ao questionar a manutenção de estigmas e preconceitos nas campanhas, a obra não apenas desafia discursos hegemônicos, mas também pro