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FRANCES E EDUCACAO - INSTITUCIONALIZACAO DE UMA LINGUA ESTRANGEIRA EM DISCURSIVIDADE

FRANCES E EDUCACAO - INSTITUCIONALIZACAO DE UMA LINGUA ESTRANGEIRA EM DISCURSIVIDADE
edição
isbn13
Número de páginas
Peso
Autor
Editora
R$ 35,00
Quando estudamos um idioma estrangeiro, entramos em contato com diferentes culturas e histórias. A escolha do idioma e a forma como ele é ensinado diz muito sobre as relações entre língua, história e cultura, na construção de uma sociedade, e dos efeitos de nacionalidade. E é esse o objeto de estudo de \"Francês e educação\", de Felipe Dezerto.\r\n\r\nO autor acompanha a construção do campo disciplinar da língua francesa, tendo como referência o Colégio Pedro II, onde é professor e coordenador pedagógico. Em sua pesquisa, utiliza-se de conceitos teóricos da história das ideias linguísticas e da análise do discurso, campo fundado pelo filósofo e linguista Michel Pêcheux. Como Pêcheux afirma, o ato de falar é uma prática política, inserido em disputas e lutas pelo poder. E o ensino de uma língua não é diferente.\r\n\r\nAo estudar o ensino do francês no Brasil, Dezerto analisa, também, comportamentos e pensamentos da nação sobre diversos tópicos da sociedade, como colonialismo, diálogos com outras culturas, atitudes subservientes, entre outros. Também é necessário compreender os mecanismos políticos acadêmicos que influenciaram na transmissão da língua francesa como um saber superior, usado como projeto civilizatório da nação brasileira.
Quando estudamos um idioma estrangeiro, entramos em contato com diferentes culturas e histórias. A escolha do idioma e a forma como ele é ensinado diz muito sobre as relações entre língua, história e cultura, na construção de uma sociedade, e dos efeitos de nacionalidade. E é esse o objeto de estudo de \"Francês e educação\", de Felipe Dezerto.\r\n\r\nO autor acompanha a construção do campo disciplinar da língua francesa, tendo como referência o Colégio Pedro II, onde é professor e coordenador pedagógico. Em sua pesquisa, utiliza-se de conceitos teóricos da história das ideias linguísticas e da análise do discurso, campo fundado pelo filósofo e linguista Michel Pêcheux. Como Pêcheux afirma, o ato de falar é uma prática política, inserido em disputas e lutas pelo poder. E o ensino de uma língua não é diferente.\r\n\r\nAo estudar o ensino do francês no Brasil, Dezerto analisa, também, comportamentos e pensamentos da nação sobre diversos tópicos da sociedade, como colonialismo, diálogos com outras culturas, atitudes subservientes, entre outros. Também é necessário compreender os mecanismos políticos acadêmicos que influenciaram na transmissão da língua francesa como um saber superior, usado como projeto civilizatório da nação brasileira.