As palavras na língua portuguesa, em sua sonoridade, atravessam os sons e nostrazem sabores, texturas, imagens, ruídos de afetos ou tremores. O amálgama desseconjunto de sensações, quando de uma composição de escrita literária que se nutredessa natureza olfativa, sonora, gustativa e táctil das palavras, tende a aproximar edespertar a obra de seu público. Ao se apropriar dessa natureza multiversa da palavraem contextos pedagógicos, a obra expõe o propósito de explorar os fenômenos dalinguagem com o recurso da ludicidade associado à sonoridade. Assim, a autora,impulsiona a curiosidade, quando se propõe a intuir acerca de formas e estilos que apalavra, enquanto matéria pura, tende a se encorpar em novas formas e múltiplossentidos. Nesse feito, SAPACPAVIN, com sua estrutura vocálica entre a sílaba abertae fechada, possui um impulso de terminalidade na sua segunda sílaba, como que nosapresentando dois mundos o de SAPAC e o de PAVIN. Assim, já convida a sualeitura, com uma proposta imagi