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POR UM CONSTITUCIONALISMO TRANSICIONAL - DITADURA, MEMORIA E PROMESSA

POR UM CONSTITUCIONALISMO TRANSICIONAL - DITADURA, MEMORIA E PROMESSA
edição
isbn13
Número de páginas
Peso
Autor
Editora
R$ 89,90
As democracias não encontram solo fértil para florescimento e consolidação como regimes políticos se não forem capazes de enfrentar, com segurança e sem temor, as marcas de um passado autoritário. Como diz Habermas, se não formos capazes de filtrar as nossas tradições por alguma espécie de consciência do pecado, jamais conseguiremos construir novas práticas políticas protegidas das marcas da violência. Em Por um Constitucionalismo Transicional Ditadura, Memória e Promessa, Tayara Talita Lemos analisa a sociedade brasileira a partir de um olhar crítico que opõe, de um lado, uma memória coletiva habituada ao autoritarismo e, de outro, um discurso oficial que ignora a violência e faz apelo a uma cordialidade que pretende encobrir tristes e pesadas tradições políticas. Recorrendo, com rigor teórico e maturidade intelectual, aos quadros conceituais de Paul Ricoeur e Hannah Arendt, Tayara nos mostra como a luta pela justiça transicional é também uma luta pela memória e contra o esquecimento. Ou, em outras palavras, o constitucionalismo transicional é o caminho apontado pela autora para que, em uma sociedade historicamente hierárquica, autoritária e desigual, sejamos capazes de refletir criticamente sobre o nosso passado, sob pena d
As democracias não encontram solo fértil para florescimento e consolidação como regimes políticos se não forem capazes de enfrentar, com segurança e sem temor, as marcas de um passado autoritário. Como diz Habermas, se não formos capazes de filtrar as nossas tradições por alguma espécie de consciência do pecado, jamais conseguiremos construir novas práticas políticas protegidas das marcas da violência. Em Por um Constitucionalismo Transicional Ditadura, Memória e Promessa, Tayara Talita Lemos analisa a sociedade brasileira a partir de um olhar crítico que opõe, de um lado, uma memória coletiva habituada ao autoritarismo e, de outro, um discurso oficial que ignora a violência e faz apelo a uma cordialidade que pretende encobrir tristes e pesadas tradições políticas. Recorrendo, com rigor teórico e maturidade intelectual, aos quadros conceituais de Paul Ricoeur e Hannah Arendt, Tayara nos mostra como a luta pela justiça transicional é também uma luta pela memória e contra o esquecimento. Ou, em outras palavras, o constitucionalismo transicional é o caminho apontado pela autora para que, em uma sociedade historicamente hierárquica, autoritária e desigual, sejamos capazes de refletir criticamente sobre o nosso passado, sob pena d