Ensinar uma língua estrangeira em escolas públicas brasileiras é um desafio. Requer profundos conhecimentos linguísticos, pedagógicos e didáticos. Mas acima de tudo, requer práticas colaborativas realizadas por meio de tarefas colaborativas com assuntos retirados da realidade onde os alunos estão inseridos. Para, em seguida, ir além, ensinar língua e cultura para além da visão local, ensinar para que os alunos se tornem cidadãos interculturais.