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TEATRO RIVAL - RESISTENCIA E SUSTENTABILIDADE

TEATRO RIVAL - RESISTENCIA E SUSTENTABILIDADE
edição
isbn13
Número de páginas
Peso
Autor
Editora
R$ 62,00
No momento em que inúmeras casas de espetáculo são fechadas, dando lugar a igrejas ou supermercados, é de se celebrar que o Teatro Rival comemore oito décadas de existência,, mais precisamente, 84 anos. O livro, fartamente ilustrado, refaz a trajetória da casa, buscando sempre contextualizar o que acontecia naquele teatro com os fatos históricos. Assim, o Teatro Rival é apresentado como uma metonímia de nossa história, de forma especial do que acontecia na cidade do Rio de Janeiro. Ressalte-se que, ao contar a história do Teatro Rival, refaz-se o caminho do teatro popular brasileiro. O Rival foi sempre uma casa de espetáculos que se notabilizou por abrigar as produções populares, desde sua inauguração em 1934. Conseguindo resistir a diversos contratempos ao longo de sua história, por meio de soluções criativas, o Rival tem a marca da aguda sensibilidade em seu percurso, talvez por ter aberto suas cortinas, pela primeira vez, com uma peça intitulada Amor, de Oduvaldo Viana.
No momento em que inúmeras casas de espetáculo são fechadas, dando lugar a igrejas ou supermercados, é de se celebrar que o Teatro Rival comemore oito décadas de existência,, mais precisamente, 84 anos. O livro, fartamente ilustrado, refaz a trajetória da casa, buscando sempre contextualizar o que acontecia naquele teatro com os fatos históricos. Assim, o Teatro Rival é apresentado como uma metonímia de nossa história, de forma especial do que acontecia na cidade do Rio de Janeiro. Ressalte-se que, ao contar a história do Teatro Rival, refaz-se o caminho do teatro popular brasileiro. O Rival foi sempre uma casa de espetáculos que se notabilizou por abrigar as produções populares, desde sua inauguração em 1934. Conseguindo resistir a diversos contratempos ao longo de sua história, por meio de soluções criativas, o Rival tem a marca da aguda sensibilidade em seu percurso, talvez por ter aberto suas cortinas, pela primeira vez, com uma peça intitulada Amor, de Oduvaldo Viana.