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AVESSO E O DIREITO, O

AVESSO E O DIREITO, O
Editora: REC - RECORD
edição
isbn13
Número de páginas
Peso
Autor
Editora
R$ 54,90
De um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura Albert Camus tinha apenas 22 anos quando publicou, na Argélia, O avesso e o direito, conjunto de cinco peças que ele classificou como ensaios literários. Já estão ali o estilo poético que é sua marca registrada e a preocupação com alguns temas essenciais, como o amor ao Mediterrâneo, a solidão do homem em meio ao abandono e o absurdo da condição humana. Francês da Argélia, Camus recebeu a luz do Mediterrâneo como um dom de vida, expressa numa escrita nobre, um pouco à espanhola, mas com registro variado. Mais do que negar Deus, naqueles anos de juventude, desisnteressou-se dele. Quando amadureceu na reflexão, compreendeu que o homem é o valor capital e relegou Deus às ideias-fábulas dos poetas. Mais tarde, ao romper com os existencialistas, denunciou os regimes totalitários sobretudo os de esquerda e proclamou, no Discurso da Suécia, ao receber o prêmio Nobel, que o escritor não pode se colocar a serviço daqueles que fazem a História ele está a serviço daqueles que a sofrem. O avesso e o direito é uma leitura fundamental para uma compreensão mais abrangente da vida e da obra de Camus.
De um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura Albert Camus tinha apenas 22 anos quando publicou, na Argélia, O avesso e o direito, conjunto de cinco peças que ele classificou como ensaios literários. Já estão ali o estilo poético que é sua marca registrada e a preocupação com alguns temas essenciais, como o amor ao Mediterrâneo, a solidão do homem em meio ao abandono e o absurdo da condição humana. Francês da Argélia, Camus recebeu a luz do Mediterrâneo como um dom de vida, expressa numa escrita nobre, um pouco à espanhola, mas com registro variado. Mais do que negar Deus, naqueles anos de juventude, desisnteressou-se dele. Quando amadureceu na reflexão, compreendeu que o homem é o valor capital e relegou Deus às ideias-fábulas dos poetas. Mais tarde, ao romper com os existencialistas, denunciou os regimes totalitários sobretudo os de esquerda e proclamou, no Discurso da Suécia, ao receber o prêmio Nobel, que o escritor não pode se colocar a serviço daqueles que fazem a História ele está a serviço daqueles que a sofrem. O avesso e o direito é uma leitura fundamental para uma compreensão mais abrangente da vida e da obra de Camus.