Este livro é uma coletânea de poemas que escrevi ao longo do tempo; a maioria foi resgatada da minha página do Facebook, por isso, o nome é Baú de Guardados.
Desde a minha adolescência que escrevo, mas assim que terminava um poema, eu o rasgava em seguida, até que um dia me deparei com o poema Guardar, de Antônio Cícero; identifiquei-me com o fragmento.
“Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela, isto é, estar por ela ou ser por ela.
Por isso melhor se guarda o voo de um pássaro
Do que pássaros sem voos.
Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica, por isso se declara e declama um poema:
Para guardá-lo:
Para que ele, por sua vez, guarde o que guarda:
Guarde o que quer que guarda um poema:
Por isso o lance do poema:
Por guardar-se o que se quer guardar.”
Então, comecei a postá-los na rede social, com a finalidade de guardá-los para minha própria análise e apreciação, e de outrem.
Sempre go