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XAXIM (DA MESMA AUTORA DE UM CRIME BARBARO)

XAXIM (DA MESMA AUTORA DE UM CRIME BARBARO)
isbn13
R$ 59,80

Xaxim é o nome que se dá ao tronco fibroso usado como vaso para certas samambaias. É também uma cidade no mapa, no interior do Brasil. É nesse duplo território, matéria e lugar, que Ieda Magri constrói uma narrativa em que o passado se infiltra no presente e a memória se organiza menos como linha do que como sobreposição. Na casa das freiras, onde passa a infância e a adolescência, a narradora aprende a olhar o mundo ao mesmo tempo em que toma distância dele. Entre a disciplina dos dias e as pequenas epifanias que marcam a formação de uma jovem leitora, emerge uma geografia íntima, um museu imaginário feito de imagens, dúvidas e tentativas de entender o próprio lugar no mundo. Ao revisitar essa história, já adulta, ela não busca respostas, mas as formas que a memória encontra para permanecer. Como uma infiltração que se espalha lentamente, o passado desenha mapas imprecisos, nos quais vida, linguagem e experiência se confundem. Em Xaxim , Ieda Magri confirma a força de uma escrita q

Xaxim é o nome que se dá ao tronco fibroso usado como vaso para certas samambaias. É também uma cidade no mapa, no interior do Brasil. É nesse duplo território, matéria e lugar, que Ieda Magri constrói uma narrativa em que o passado se infiltra no presente e a memória se organiza menos como linha do que como sobreposição. Na casa das freiras, onde passa a infância e a adolescência, a narradora aprende a olhar o mundo ao mesmo tempo em que toma distância dele. Entre a disciplina dos dias e as pequenas epifanias que marcam a formação de uma jovem leitora, emerge uma geografia íntima, um museu imaginário feito de imagens, dúvidas e tentativas de entender o próprio lugar no mundo. Ao revisitar essa história, já adulta, ela não busca respostas, mas as formas que a memória encontra para permanecer. Como uma infiltração que se espalha lentamente, o passado desenha mapas imprecisos, nos quais vida, linguagem e experiência se confundem. Em Xaxim , Ieda Magri confirma a força de uma escrita q