Quando um hospital fecha, a manchete dura um dia. A falta de atendimento, dura anos. O SUS não é deficitário por falta de dinheiro — é por ausência de prioridade.
A União prometeu universalidade, integralidade e gratuidade no acesso à saúde, mas não paga o custo real do que prometeu. O resultado: um déficit anual bilionário na rede privada conveniada ao SUS, mais de cem unidades de saúde por ano ameaçadas de fechar, filas que crescem e direitos que desaparecem.
Indio da Costa e um grupo multidisciplinar de advogados, médicos, contadores e gestores de unidades de saúde foram aos números, analisaram o modelo e provaram: o colapso tem solução.
Um conjunto de teses jurídicas já testadas e vitoriosas tem recuperado recursos e atualizado a tabela SUS para centenas de instituições privadas conveniadas. Mas o livro vai além: revela créditos tributários invisíveis, caminhos para