Inspirado na Odisseia de Homero, Hospitalidade: Poema dos Mares convida o leitor a embarcar por águas simbólicas, onde a hospitalidade emerge como poética e estética do encontro humano. Cada página torna-se um porto entre partidas e chegadas, no qual o gesto de receber o outro se revela como um ato de beleza e compromisso humano.
Navegando entre mito e contemporaneidade, a obra recolhe das margens homéricas as virtudes do agir e as faz ressoar em tempos atravessados pelo desencontro. A hospitalidade emerge então não apenas como tema, mas como modo de ser e de conviver, uma poética que desperta a consciência e alarga o horizonte do humano.
O mar, símbolo maior do desconhecido e da comunhão, espelha as ambiências da hospitalidade e compõe um cenário no qual o leitor se reconhece, ao mesmo tempo, hóspede e anfitrião. Entre versos e reflexões, a obra propõe uma pedagogia da hospitalidade – a arte de cuidar, escutar e partilhar – convertendo a convivência em experiência educativa.
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