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A HISTORIA DA (IN)FELICIDADE

HISTORIA DA (IN)FELICIDADE, A
edição
isbn13
Número de páginas
Peso
Autor
Editora
R$ 69,90
Mais de dois mil anos atrás, quando os gregos pensaram pela primeira vez no significado da sensação de bem-estar, a felicidade foi considerada uma virtude. Hoje em dia, é encarada como um privilégio. Somos influenciados por uma versão de felicidade muito mais simples que aquela adotada pelas culturas antigas. A obtenção do prazer material e a ausência de dor e sofrimento são suficientes para promover a falsa sensação de bem-estar. Indiferente à sabedoria acumulada pela humanidade ao longo dos séculos, a sociedade contemporânea perdeu a capacidade de compreender a natureza essencialmente moral da felicidade, conformada com prazeres efêmeros e a mera ausência de dor e sofrimento. Entre Platão e Prozac, a felicidade deixou de ser uma realização grandiosa do ser humano para se tornar um direito. Mas a realidade pode ser outra. Em A história da infelicidade, Richard Schoch argumenta que é possível enriquecer a existência humana por meio da compreensão das tradições religiosas e filosóficas sobre a felicidade, usando-as em favor próprio. Combinando entretenimento e autoridade intelectual, A história da infelicidade oferece o conhecimento necessário para enfrentar as dificuldades da vida moderna. Segundo Schoch, apenas por meio da redescoberta da filosofia de vida que começou com os filósofos de Atenas e com os sábios hindus será possível aprender como ser genuinamente feliz novamente.
Mais de dois mil anos atrás, quando os gregos pensaram pela primeira vez no significado da sensação de bem-estar, a felicidade foi considerada uma virtude. Hoje em dia, é encarada como um privilégio. Somos influenciados por uma versão de felicidade muito mais simples que aquela adotada pelas culturas antigas. A obtenção do prazer material e a ausência de dor e sofrimento são suficientes para promover a falsa sensação de bem-estar. Indiferente à sabedoria acumulada pela humanidade ao longo dos séculos, a sociedade contemporânea perdeu a capacidade de compreender a natureza essencialmente moral da felicidade, conformada com prazeres efêmeros e a mera ausência de dor e sofrimento. Entre Platão e Prozac, a felicidade deixou de ser uma realização grandiosa do ser humano para se tornar um direito. Mas a realidade pode ser outra. Em A história da infelicidade, Richard Schoch argumenta que é possível enriquecer a existência humana por meio da compreensão das tradições religiosas e filosóficas sobre a felicidade, usando-as em favor próprio. Combinando entretenimento e autoridade intelectual, A história da infelicidade oferece o conhecimento necessário para enfrentar as dificuldades da vida moderna. Segundo Schoch, apenas por meio da redescoberta da filosofia de vida que começou com os filósofos de Atenas e com os sábios hindus será possível aprender como ser genuinamente feliz novamente.