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A FLORESTA E O ESTRANGEIRO

FLORESTA E O ESTRANGEIRO, A
edição
isbn13
Número de páginas
Peso
Autor
Editora
R$ 67,90
Alberto Martins, poeta e artista plástico, reuniu neste livro desenhos e guaches de um grande pintor: Lasar Segall. Nascido em 1885, na Rússia, em 1923 Segall radicou-se em São Paulo, onde morreu em 1957. Quando se transferiu para cá, deu a seus quadros cores mais fortes, \"para captar a luz dos trópicos e fixar os novos tipos humanos na paisagem\"; depois de conhecer a região de Campos do Jordão, incorporou à sua obra \"as curvas das montanhas e as retas das araucárias\".\r\nBrincando com as palavras e olhando as imagens de Segall - florestas, flores, bichos e figuras humanas que esta edição reproduz com todo o seu colorido -, Alberto Martins nos conta como se sente um estrangeiro numa terra que não é a sua: \"Como dizer/ Bom-dia, boa-noite,/ Até-logo, obrigado,/ Se em cada lugar/ As palavras mudam de significado?\". Lasar Segall passou a usar em seus quadros cores que eles ainda não tinham na Rússia. De certa forma, foi uma maneira de dizer que sua nova terra já não era estranha.
Alberto Martins, poeta e artista plástico, reuniu neste livro desenhos e guaches de um grande pintor: Lasar Segall. Nascido em 1885, na Rússia, em 1923 Segall radicou-se em São Paulo, onde morreu em 1957. Quando se transferiu para cá, deu a seus quadros cores mais fortes, \"para captar a luz dos trópicos e fixar os novos tipos humanos na paisagem\"; depois de conhecer a região de Campos do Jordão, incorporou à sua obra \"as curvas das montanhas e as retas das araucárias\".\r\nBrincando com as palavras e olhando as imagens de Segall - florestas, flores, bichos e figuras humanas que esta edição reproduz com todo o seu colorido -, Alberto Martins nos conta como se sente um estrangeiro numa terra que não é a sua: \"Como dizer/ Bom-dia, boa-noite,/ Até-logo, obrigado,/ Se em cada lugar/ As palavras mudam de significado?\". Lasar Segall passou a usar em seus quadros cores que eles ainda não tinham na Rússia. De certa forma, foi uma maneira de dizer que sua nova terra já não era estranha.