A análise do Serviço Social, enquanto prática profissional, não pode marginalizar o estudo do universo ideocultural que parametra, em maior ou menor medida, o desempenho do sujeito técnico - vale dizer, do assistente social. Neste universo, a esferada religiosidade (ou, menos freqüentemente, da superação da carência religiosa) constitui componente ineliminável. Neste competente livro, com amparo em sólidas bases empíricas e credibilizadas referências bibliográficas (para além de instrutivos elementos comparativos), oferece-se ao leitor brasileiro, pela primeira vez no marco da mais rigorosa preocupação acadêmica, uma profícua aproximação àquele tema e àquela problemática.