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HOLLYWOOD - A MECA DO CINEMA

HOLLYWOOD - A MECA DO CINEMA
edição
isbn13
Número de páginas
Peso
Autor
Editora
R$ 42,90
Durante 15 dias, em 1936, o jornalista e escritor suíço Blaise Cendrars 1887-1961 esteve em Hollywood, a capital efervescente de uma indústria que estava em plena expansão o cinema. Cendrars escrevia suas pequenas notas tomadas a posteriori, para ... poder relatar somente o essencial das coisas vistas , que seriam publicadas no jornal francês Paris-Soir, e cuja reunião resultou neste delicioso Hollywood A Meca do Cinema. Com seu fino, inteligente e crítico humor, tratou dos caminhos das ilusões dos que buscavam seus sonhos a todo preço dos que criavam os sonhos dos que viviam o sonho. Por meio de seus olhos, que não se cansavam daquele espetáculo diário o cinema na rua rimos e nos espantamos, com narrativas desde a história de Hollywood até os estranhos costumes de seu povo. Em Hollywood, todo homem que passeia a pé é suspeito, anota Cendrars, após ser abordado pela polícia. O nascimento do turismo de espetáculo e as longas e patéticas esperas face aos porteiros cérberos dos estúdios Um dia, um desses jovens mata-mouros, que me fizeram soletrar três vezes não a palavra Cons-tantinopla, mas meu nome, e que o havia anotado corretamente diante dos meus olhos ..., teve a desfaçatez de anunciar a uma estrela que me esperava ... que um tal de senhor Wilson estava pedindo para vê-la. Cendrars comenta alguns dos efeitos colaterais dessa desesperada busca por sucesso é impressionante os dados que coleta sobre suicídio entre homens e mulheres em Los Angeles descreve, ainda, a indústria em pleno fun-cionamento destrincha os departamentos responsáveis por cada detalhe do filme e todo o aparato tecnológico as mo-das que Hollywood passava a lançar ... comecei a lhe contar que estivera no Brasil na época do lançamento de Loura e sedutora, e que o filme fizera tamanho sucesso no Rio de Janeiro que, em menos de uma semana, todas as belas mulatas e as negras indolentes que saíam no fim da tarde para passear na Avenida ou ... na praia do Flamengo haviam descolori-do o ca
Durante 15 dias, em 1936, o jornalista e escritor suíço Blaise Cendrars 1887-1961 esteve em Hollywood, a capital efervescente de uma indústria que estava em plena expansão o cinema. Cendrars escrevia suas pequenas notas tomadas a posteriori, para ... poder relatar somente o essencial das coisas vistas , que seriam publicadas no jornal francês Paris-Soir, e cuja reunião resultou neste delicioso Hollywood A Meca do Cinema. Com seu fino, inteligente e crítico humor, tratou dos caminhos das ilusões dos que buscavam seus sonhos a todo preço dos que criavam os sonhos dos que viviam o sonho. Por meio de seus olhos, que não se cansavam daquele espetáculo diário o cinema na rua rimos e nos espantamos, com narrativas desde a história de Hollywood até os estranhos costumes de seu povo. Em Hollywood, todo homem que passeia a pé é suspeito, anota Cendrars, após ser abordado pela polícia. O nascimento do turismo de espetáculo e as longas e patéticas esperas face aos porteiros cérberos dos estúdios Um dia, um desses jovens mata-mouros, que me fizeram soletrar três vezes não a palavra Cons-tantinopla, mas meu nome, e que o havia anotado corretamente diante dos meus olhos ..., teve a desfaçatez de anunciar a uma estrela que me esperava ... que um tal de senhor Wilson estava pedindo para vê-la. Cendrars comenta alguns dos efeitos colaterais dessa desesperada busca por sucesso é impressionante os dados que coleta sobre suicídio entre homens e mulheres em Los Angeles descreve, ainda, a indústria em pleno fun-cionamento destrincha os departamentos responsáveis por cada detalhe do filme e todo o aparato tecnológico as mo-das que Hollywood passava a lançar ... comecei a lhe contar que estivera no Brasil na época do lançamento de Loura e sedutora, e que o filme fizera tamanho sucesso no Rio de Janeiro que, em menos de uma semana, todas as belas mulatas e as negras indolentes que saíam no fim da tarde para passear na Avenida ou ... na praia do Flamengo haviam descolori-do o ca